31 de outubro de 2007

Para ser um Cavaleiro Templário

- Um Cavaleiro Templário deveria usar um hábito branco, cabelos rasos e conservar a barba; a ele não poderia ser entregue vestes novas até que a sua estivesse sem as mínimas condições de uso. Ao Cavaleiro que pedisse vestes novas, eram dados trapos feitos de restos de vestes, para que ele não aprendesse a ter vaidade;

- Um Cavaleiro Templário deveria recitar 15 Pater de manhã e comer magro 4 dias por semana;

- Quando um Cavaleiro Templário morria, seu prato de comida seria repartido entre os pobres por 40 dias;

- Os Cavaleiros Templários deveriam sempre serem os primeiros a entrar em combate, e os últimos a saírem dele (por esse motivo os batalhões de frente sempre eram Templários);

- Cada Cavaleiro deveria aceitar um combate de até 3 x 1 (três inimigos ao mesmo tempo) sem direito a recusar, além de só poder reagir depois de serem 3 vezes atacados.

Está cientificamente provado que...

Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xícara de café... (Não parece valer a pena tentar)

O orgasmo de um porco dura 30 minutos... (30 minutos. Vocês leram bem direitinho??)

Dar cabeçadas contra um muro consome 150 calorias por hora... (Ainda estou pensando no porco... Porra! 30 minutos!)

Uma barata viverá 9 dias sem cabeça, antes de morrer de fome... (Que inveja eu tenho do porco!)

Alguns leões acasalam mais de 50 vezes por dia... (Prefiro ser porco, qualidade em vez de quantidade!)

As borboletas saboreiam as suas próprias patas... (Isso é algo que sempre quis fazer, mas falta-me elasticidade)

O elefante é o único animal que não pode saltar... (30 minutos... Que loucura essa do porco!)

A urina do gato brilha fosforescente, sob uma luz forte... (Pensaram bem? São... 30 minutos!)

Os olhos de uma avestruz são maiores que o seu cérebro... (Conheço gente assim...)

As estrelas do mar não têm cérebro... (Também conheço gente assim...)

Os ursos polares são surdos... (Os cães Pastor Alemão são nacionalistas, a baleia franca e o porco... O porco é demais!)

Os humanos e os golfinhos são as únicas espécies que têm sexo por prazer. (E se um golfinho fizesse sexo com um porco? 30 minutos! Que fenômeno!)

P.S.: Daqui pra frente, me sentirei extremamente lisonjeado quando uma mulher me disser: "Seu Porco!"

29 de outubro de 2007

Descontração - um mal necessário






Mickey, o camundongo DeMolay!



Walt Disney, para quem não sabe, foi um grande DeMolay.

Foi muito atuante em seu Capítulo e sociedade, sendo muito querido e respeitado. Certo dia, quando estava apenas começando a sua carreira de desenhista, indicou um amigo, chamado Mickey, para que fosse iniciado na Ordem DeMolay. Passou ótimas referências sobre o garoto, o que levou a ser aprovado em assembléia do referido Grau.

Tão grande era o respeito que os demais DeMolays tinham por Walt que acharam que não era necessária uma sindicância sob o forasteiro. Então, Mickey seria o único iniciado naquele dia.

Chegando, então, o dia da iniciação, todos já demonstravam uma enorme ansiedade em conhecer o profano que iria ser iniciado. Todos tinham certeza que realmente seria um grande DeMolay, pois Disney havia empenhado a sua palavra.

Porém, Mickey demorava a chegar, o ritual de Iniciação estava prestes a ser iniciado e ele ainda não havia chegado. Naquela altura, todos já perguntavam a Disney: onde está o garoto? Disney sempre respondia: no momento certo ele vai chegar. Alguns já pensavam em cancelar a iniciação, mas Disney não deixou. Pediu que começasse a cerimônia de abertura e que se o garoto não chegasse até esta se encerrar, que cancelassem.

Em um clima de constrangimento, os DeMolays começaram a Cerimônia de Abertura do Grau Iniciático. Quando esta acabou, os irmãos notaram que o garoto Mickey não havia chegado. Todos estavam decepcionados com o garoto e, também, com quem o indicou.

Foi então naquele momento em que o Irmão Walt Disney surpreendeu a todos. Ele dirigiu-se até o altar e disse:

“O garoto Mickey esteve este tempo todo comigo, já está na hora de apresenta-lo a vocês”.

Todos se espantaram, pois ninguém havia visto o garoto. Foi então o momento em que Disney tirou de dentro de um grande envelope um desenho e, logo em seguida, apresentou a todos seus irmãos DeMolays. Era o desenho de um camundongo simpático e sorridente. Ninguém estava entendendo, e Disney complementou: “este é o Mickey, ele não vai decepcioná-los”.

Mickey, um simples desenho e até então desconhecido por todos, simbolicamente, e com um DeMolay segurando o desenho, percorreu as colunas, fez seu juramento e foi iniciado, como todos os DeMolays.

Anos mais tarde, Walt Disney, criou o maior parque de diversões, o Disney World, e sempre com muito orgulho dizia: “Lembrem-se, tudo isto começou com um camundongo”.

Mickey, conforme prometeu Disney, não nos decepcionou: é um camundongo muito querido e simpático, praticante dos bons valores e virtudes DeMolays, assim como foi o seu criador. É a grande figura daquele parque, ocupando o lugar de maior destaque.

Hoje, Walt Disney, está inscrito no “Hall da Fama DeMolay”, e Mickey pode ser encontrado no Supremo Conselho Internacional. Ambos estão imortalizados em nossas memórias, pois fizeram parte de nossas infâncias, assim como continuam, e continuarão, a fazer parte da infância de muitas crianças nesse mundo afora!

26 de outubro de 2007

Dicas para acabar com a pobreza

MANUAL EXPLICATIVO EM ALGUNS PASSOS PARA SE LIVRAR DE PELO MENOS UM POBRE.

  1. Comece pelo seu carro. Escolha um pobre muito pobre e dê seu carro a ele. Vá até as proximidades de uma favela e fique observando por um tempo. Tente identificar um rapaz trabalhador no meio do povo. Eu sei que é difícil, mas seja persistente. Pelo menos um, há de existir.
  2. Largue essa Televisão Digital Power Screen. Dê para o cidadão. Vamos chamar o mesmo de João da Silva (qualquer semelhança é mera coincidência). Seu João irá poder assistir o Programa do Gugu e o Domingão do Faustão com suas 5 filhas e 7 filhos aos domingos. Você começa a torná-los pessoas ricas de cultura.
  3. Quem precisa de computador? Sem a TV e sem o carro, não precisa de computador. Nem adianta. Aproveite o frete da Kombi que irá levar a TV e coloque o computador junto.
  4. Finalmente, passe seu cartão do banco e a sua senha para o Sr. João.


Pronto, você acabou com um pobre. E vá viver de luz.

25 de outubro de 2007

O fabuloso preceito real brasileiro

Era uma vez, um reino muito, muito distante e próspero... repleto de riquezas minerais e vegetais. Sem ocorrência de acidentes, com clima ameno... O rei tinha apenas uma preocupação: o bem-estar dos seus súditos, bem como do seu povo. Como nada faltava, o rei queria muito que a vida do seu povo trabalhador fosse a mais tranqüila possível, e que houvesse mais tempo para o amor, o lazer, os esportes e à família.

Ele achava que o povo trabalhava demais, e que estava merecendo total dedicação ao aproveitamento daquele grandioso reino. Este espírito todo fez com que o rei passasse a recolher compulsoriamente aos cofres do reino uma parcela dos salários dos aprendizes das oficinas e uma parcela maior dos artesãos, para criar um fundo para que, posteriormente, os aprendizes pudessem descansar. Foi uma medida esplêndida do rei. Porém, o efeito ainda não era satisfatório.

O rei ainda estava bastante triste. O povo ainda continuava trabalhando demais.

Com a finalidade de continuar com o seu plano magnífico, o rei passou então a cobrar dos artesãos mais impostos sobre a mão-de-obra agregada dos produtos. Assim, penalizava (merecidamente) aqueles que insistiam em obrigar o seu povo a trabalhar! Portanto, qualquer coisa adquirida ou serviço prestado por outros artesãos podiam ser creditados, reduzindo-se a quantidade de imposto pago, porém o custo da mão-de-obra era totalmente inserido no cálculo do imposto a pagar! Quanto maior a quantidade de aprendizes trabalhando nas oficinas, maior deveria ser o imposto.

Passados alguns anos, o rei percebeu a extensão daquelas suas medidas. O rei chamou esta maravilha econômica de "Ciclo Virtuoso". E quis explicar o porquê.

Imediatamente o povo foi convocado e o rei anunciou com grande orgulho o resultado que o seu "ciclo" havia gerado. A lógica era muito simples: cada vez que um artesão dispusesse de certa quantidade de dinheiro para investir em seus produtos, ao invés de produzir 100 artefatos, ele poderia apenas produzir 50, devido ao aumento ocorrido no custo da mão-de-obra que aquele povo produzia!

Este magnífico resultado fazia com que o artesão necessitasse de apenas a metade dos aprendizes para atingir a sua capacidade máxima de produção. Portanto, o rei estava mantendo o valor arrecadado pelos cofres do reino com apenas a metade do povo trabalhando. Esta esplêndida sapiência do rei levou-o então, a criar o que se chamou de "Bornoz Progênie".

O rei passou então a fornecer às pessoas que não trabalhavam, o Bornoz com mantimentos básicos. Desta forma, o seu povo podia ficar em casa sem trabalhar. Porém, o grande êxito deste plano era a necessidade de dinheiro para a compra dos produtos do Bornoz. E adivinhem... este dinheiro somente poderia vir arrecadando-se mais impostos!

Os artesãos se viam obrigados novamente a aumentar os preços dos seus produtos, para pagar os impostos, diminuindo também a capacidade de investimentos no negócio, reduzindo a produção, com conseqüente diminuição dos empregados/funcionários.

Por esta razão, este plano foi denominado de "Ciclo Virtuoso": sempre que se aumentasse a necessidade de compra de mantimentos para atender a população beneficiada pelo plano, aumentavam-se os tributos que, por sua vez, reduziam a capacidade de investimento dos artesãos. Assim, reduzia-se a necessidade de mão-de-obra, com um grande aumento de pessoas beneficiadas pelo grandioso plano! Perfeito!

Até os poucos oposicionistas do rei apoiavam a medida, colocando esse plano em seus programas de governo. Acabava sendo uma equação matematicamente perfeita! A população amava o seu rei! A necessidade de trabalho tendia a zero!

O plano ia de vento em popa, e o rei não via a hora em que não houvesse mais necessidade de se trabalhar. Porém, de súbito, ocorreu o grande imprevisto... Algo impossível, não previsto pelo rei, pelos seus auxiliares econômicos e pelos seus diminutos oposicionistas... Neste dia, o único artesão que sobreviveu com sua oficina aberta, percebeu que tinha dinheiro apenas para produzir uma única unidade de seu produto. Para tal tarefa, não era necessária a presença de seu único aprendiz, que foi dispensado.

Ao término da jornada de trabalho, o artefato ficou pronto, mas não houve habitante do reino com capacidade financeira para comprar o produto. O rei chegou e cobrou os impostos do artesão, único contribuinte do reino, com o intuito de pagar as 170 milhões de pessoas participantes do programa "Bornoz Progênie". O artesão argumentou que não havia imposto a pagar, uma vez que não houve venda de produto. O rei, inconformado, exigiu pagamento antecipado dos tributos devidos, relativos aos artefatos a serem vendidos futuramente.

Não havia como. Não havia dinheiro. O rei, então, confiscou o artefato, a oficina, ferramentas, carroças e os bois do artesão.

Houve um leilão, sem que ao menos o lance mínimo fosse dado para qualquer um dos bens a serem leiloados. O povo, o rei, e seus assessores revoltaram-se contra o artesão que se recusava a pagar os tributos. O artesão foi enforcado naquela tarde.

Muita gente morria diariamente...

Alguns milênios depois, ruínas deste reino foram encontradas numa expedição arqueológica. Pergaminhos foram descobertos intactos, relatando o ocorrido no reino. Todos haviam morrido em menos de uma semana! E o artesão era o culpado (muito óbvio). Os membros daquela expedição levaram os documentos aos principais regentes das suas nações. Chegaram à conclusão de que eles correriam o mesmo risco, pois os artesãos viviam reclamando, e estes abutres poderiam muito bem fazer o mesmo com eles! Portanto, não havia alternativa. Todos deveriam trabalhar. Desta forma não haveria a necessidade do assistencialismo, pois todos receberiam o suficiente para o sustento de suas famílias.

Passaram a adotar tais medidas e foram obrigados a desonerar a mão-de-obra, reduzindo os custos dos produtos e conseqüentemente reduzindo os impostos. Incompreensivelmente, os reinos passaram a receber muito mais dinheiro do que anteriormente, apesar da drástica redução dos impostos. A mão de obra passou a ser valorizada. A cada emprego gerado, as oficinas tinham o direito de reduzir ainda mais o recolhimento dos tributos. Aquele mundo inteiro prosperou e as receitas não paravam de aumentar e ninguém entendia o porquê.

E o grande vilão desta fábula, aquele último artesão, jamais deixou de ser execrado por todos os habitantes. E esta mesma população venerou aquele antigo rei, que lhes ensinou o caminho da felicidade naquele mundo harmonioso em que todos viveram felizes para sempre.

24 de outubro de 2007

A figura de Salomão

Opa!
Aposto como você já deve ter visto o filme "As ruínas do Rei Salomão", ou ter ouvido histórias narradas por seus avós falando "do homem mais sábio que na Terra já pisou". Realmente, fato que irá ser posto à prova ao longo deste artigo. Mas, na verdade, quem foi Salomão? Mito? Verdade? Vamos descobrir!

Segundo constam os relatos, Salomão foi o filho do Rei Daví. Na época, o reino de Israel ainda era unificado, e Salomão reinou por cerca de 40 anos (de 1009 a.C. a 922 a.C.). Seu nome significa "Pacífico" e, em hebraico, pode significar "O Amado de YHWH" (alguns dizem ser este o verdadeiro nome de Deus - palavra impronunciável por mortais).

No seu quarto ano de "mandato", ordenou a construção do "Templo de Jerusalém" (posteriormente conhecido como "Templo de Salomão"). Mas se tornou notável mesmo por sua grande sapiência e discernimento na resolução dos problemas sociais do seu povo (o que falta pra nós, hoje em dia), além de sua imensa riqueza.

O Templo de Salomão foi arquitetado por Hiram Abiff, arquiteto este enviado por Hiram, rei de Tiro. Hiram Abiff, tendo cerca de 30.000 homens disponíveis para sua imensa construção, dividiu os homens em 3 grandes classes:

- Aprendizes;
- Companheiros;
- Mestres.

Os Aprendizes, como diz seu nome, tinham como única e principal função o aprendizado. Espelhavam-se nos companheiros que, por sua vez, espelhavam-se nos Mestres para concluírem os seus trabalhos. Como era muita gente, e Hiram poderia acabar sendo injusto na hora do pagamento, cada classe tinha um sinal e um aperto de mãos secreto. Ao final do dia, quando o trabalhador recebia o seu salário, dava o aperto de mãos correspondente à sua classe ao Mestre Hiram Abiff e o mesmo, assim, sabia quanto deveria pagar!

Somente os Mestres poderiam participar das reuniões com Hiram Abiff e o Rei Salomão, diretamente. Nestas reuniões, para a admissão na entrada, era necessário, além do aperto de mãos, o sinal de Mestre.

Por cobiça de alguns Companheiros em querer saber o segredo das reuniões dos Mestres e por também quererem seu salário, Hiram Abiff acabou assassinado, cumprindo seu juramento. E, para demarcar o local que seu corpo foi enterrado, foi colocado um ramo de acácia.

Atualmente, a Maçonaria simbólica se utiliza de 3 Graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre. Cada qual tem o seu sinal e seu aperto de mãos secreto. O ramo de acácia também é um dos grandes símbolos da Maçonaria. Mera coincidência?

23 de outubro de 2007

A verdadeira história da Sexta-feira 13

Alguém sabe por que toda sexta-feira 13 é tratado como um dia azarento? Pois é, eis aqui a verdadeira história da sexta-feira 13, a qual resumo em alguns pequenos parágrafos...

Era Sexta-feira, 13 de Outubro de 1307. Um dia fatal para os Cavaleiros Templários. Ao fim da tarde desse dia, agentes do rei Filipe IV (conhecido como "Filipe, o belo") atacaram, e num assalto fulminante, acusaram e prenderam Cavaleiros Templários por toda a França. A data tinha sido escolhida pela coincidência da visita à França de vários líderes Templários, incluindo o próprio Grão-Mestre Jac'ques DeMolay.

Porém, quando os agentes do rei Filipe entraram no Templo de Paris, sede das convocações dos Cavaleiros Templários, descobriram que todos os documentos e, mais importante ainda para Filipe, o tesouro, tinha sido removido. Os agentes também tentaram capturar a frota Templária, a maior da Europa, que estava atracada em La Rochelle. Mas uma vez mais se frustrou a intenção — a frota tinha já partido.

Até hoje a vasta riqueza material dos Cavaleiros Templários nunca foi encontrada. Nem tampouco foi descoberto para que porto a frota seguiu — ou onde atracou. Mas os Templários não tentaram esconder-se a eles próprios, e na manhã seguinte, vários milhares tinham sido feitos prisioneiros. Juridicamente falando, essas prisões eram ilegais. Os Cavaleiros Templários respondiam unicamente ao Papa. Mas o Papa, Clemente V, francês, devolveu esse poder para Filipe (eram amigos de infância). O rei francês, que transferiu o assento papal de Roma para Avignon, em França, pediu esse favor. Filipe esteve também por trás da morte suspeita do precedente Papa, deixando assim o trono papal livre para Clemente.

Inevitavelmente, o Papa toma o partido de Filipe. E com apoio papal, ataques similares foram feitos aos Cavaleiros Templários através da Europa. Iriam ser todos levados a julgamento. Aqueles que acatavam as acusações levadas contra eles eram abandonados com uma mísera pensão, deixados na miséria ou ainda como pedintes. Qualquer um que recusasse era encarcerado para toda a vida. Mais de 120 foram queimados na fogueira. Após as torturas, confissões e execuções, Clemente V aboliu oficialmente a Ordem dos Cavaleiros Templários a 22 de Março de 1312. O Grão-Mestre Jac'ques DeMolay, imbuído do espírito de lealdade e tolerância que sempre correu por suas veias, juntamente com 2 dos seus companheiros mais fiéis (Guy D'auvergnie e Godofred de Goneville), abominou a atitude papal e negou todas as acusações.

Pode ser imaginado o que aconteceu a ele. Sete intermináveis anos de masmorras e torturas infundadas (ou melhor - fundadas na busca incessante por riquezas pelo Rei).

Foi então que, a 18 de Março de 1314, enquanto era exibido no exterior da catedral de Notre-Dame em Paris para ouvir a sua sentença de prisão perpétua, Jac'ques DeMolay, então com 70 anos e a maioria dos ossos do seu corpo partidos pela tortura, proferiu uma dramática declaração:

"A Nobre Ordem dos Cavaleiros Templários nunca foi culpada. Posso ter meus ossos partidos pela tortura, mas minha alma, assim como minha consciência, nunca poderá ser partida! A vida foi-me oferecida, mas pelo preço da infâmia. Por este preço, a vida não vale a pena ser vivida."

Assim, Jac'ques DeMolay, o último de 22 Grãos-Mestres da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (Cavaleiros Templários), foi queimado vivo em Paris. E enquanto expirava, amaldiçoou o rei Francês e o Papa. Disse que no prazo de um ano seriam chamados a prestar contas pela perseguição aos Templários.

Curiosamente, apenas um mês depois, o Papa Clemente V faleceu, aparentemente de causas naturais. A 29 de Novembro do mesmo ano, Filipe IV morreu também num acidente a cavalo enquanto caçava.

Teriam assim os Templários poderes ocultos? Teria realmente efeito a praga de Jac'ques DeMolay?

22 de outubro de 2007

A vida em uma função

Sempre apreciei bastante a matemática. Desde cedo. Mas "aprimorei" este gosto na época do cursinho pré-vestibular.
Recentemente, por intermédio de best-sellers, a matemática atingiu um ponto de notoriedade até então nunca atingido. Seqüência de Fibonacci, teoria da vida, etc e tal. Mas antes disso nunca tinha ouvido falar nas aplicações e analogias diretas da matemática em nossas vidas. Já pararam pra pensar nisso? E é simples, por uma razão muito óbvia: se não fosse por isso, por que existiria a matemática?

Com um pouco de imaginação, podemos comparar o tempo com uma função contínua - não se repete e ruma para um ponto a caminho do infinito (meros mortais nunca chegam neste ponto). Ao longo da função, surgirão alguns pontos máximos (a felicidade, por exemplo) e pontos mínimos (a tristeza). Além disso, teremos pontos estacionários, máximos e mínimos relativos. Existirão alturas em que a função será uma reta; em outras, uma curva. E mesmo assim, sem nada de concreto, é possível dar uma forma matemática ao tempo!

Agora imaginem diversas funções coexistindo no mesmo plano cartesiano (ou ortonormal para quem tem curso superior na área). Inevitavelmente surgirão retas secantes, tangentes, etc. Conforme o tempo de uma pessoa X se cruze com o tempo de uma pessoa Y, é possível que duas funções se unam em uma só: chama o padre que tá feita o casório! Ou também é igualmente possível que duas funções, depois de unidas, se afastem uma da outra. É até possível que o ponto máximo de uma corresponda ao ponto mínimo de outra! Mas como seria a expressão da função?

Seria possível dar a ela um número? Considerando que a mesma deve se alterar em função do tempo (até o tempo de altera ao longo do próprio tempo), acho que seria um pouco complicado... se alguém que entenda mais de matemática que eu quiser tentar, tá proposto o desafio!

19 de outubro de 2007

A grande engenharia da natureza


Todos os dias, seja quando ligamos o rádio às 6h da manhã enquanto estamos no ônibus, ou quando assistimos ao telejornal antes de dormir, ouvimos pessoas defendendo o meio-ambiente e a natureza. E hoje eu não venho criticá-las, mas sim tratar o mesmo aspecto por uma ótica um pouco diferente das demais: A MINHA. E pelo exemplo mais simples, vamos adentrar neste projeto em constante execução, e que foi projetado pelo melhor engenheiro e arquiteto que haverá de existir: A CASCA DO OVO.

A casca de um ovo comum não é frágil, mesmo sendo finíssima. Já tentou quebrar um ovo entre as palmas das mãos, apertando as suas pontas? Se sim, é provável que não tenha conseguido... O esforço necessário para que isso aconteça não é pequeno!

A resistência externa extraordinária da casca do ovo existe única e exclusivamente por causa da sua forma convexa (ou "oval"). Na verdade, a resistência é a mesma da de qualquer tipo de abóbada ou arco.

A figura ali em cima mostra o arco de uma janela feita de pedra. O peso (que chamamos simplesmente de "S") aperta as pedras (por causa da gravidade) que estão na parte central do arco.

Quando uma pessoa te empurra, o que acontece? Se a força for suficiente, vais cambalear. É a mesma coisa! Com certeza o peso da gravidade somado aos das pedras que estão em cima faria a pedra cair!

Mas não é o nosso caso. A pedra está disposta nessa forma justamente pra não cair. Ela é a "chave da abóbada", o tão procurado segredo o qual os free masons (maçons operativos - livres) possuíam nos séculos passados (só eles tinham o conhecimento necessário pra construir abóbadas). E como ela não pode cair, pra onde ela vai cambalear? Pros únicos lugares que ela pode, que são os lados! Assim, com a força distribuída lateralmente, mesmo que a força que vem de cima seja muito grande, o arco não se rompe. Em compensação, se a força fosse exercida de baixo para cima, o arco se romperia facilmente! É pura lógica!

O ovo também é um arco. Denominamos esse tipo de "abóbada fechada". A galinha, quando está chocando, nem esquenta a cabeça por causa do seu peso em cima dos ovos! E pra termos noção do quão grandiosa é esta obra de engenharia, quando o filhote precisa deixar o ovo, ele quebra facilmente com o seu bico, já que de dentro pra fora não existe nenhuma força predominante que o impeça de fazer isso! Com certeza o arquiteto/engenheiro pensou em tudo (principalmente na segurança do pinto indefeso) quando construiu esta obra que na maioria das vezes passa despercebida por nós: A CASCA DO OVO.

Fascinante, não?

18 de outubro de 2007

Teoria da extinção dos dinossauros

Podem achar absurdo, mas após alguns anos de estudos, formulei uma teoria um pouco "extravagante" com relação à extinção dos dinossauros. Eis aqui:

Meteoro?
Que nada! O que matou os dinossauros foram os peidos! Isso mesmo! PEIDO! Vou provar:

Levando em consideração que um dino médio pesava entre 80 e 100 toneladas, e devorava uma média entre 130 e 260 quilos de alimentos por dia... soma-se a isto os estudos que comprovam que as flatulências deles eram ricas em metano - um gás extremamente perigoso.

Agora imagine um peidinho da criança.

Há 100 milhões de anos, a atmosfera pode sim ter sido danificada fortemente pelo acúmulo demasiado de metano, o que causou sérios danos à camada de ozônio e conseqüentemente a morte da grande maioria das plantas. Sem alimento, nossos antepassados acabaram morrendo de fome, por causa das suas próprias "ventosidades".

Satisfeito?

17 de outubro de 2007

A vida nas ondas do rádio...

Aposto todos os poucos bucks do bolso que, no mínimo, toda forma humana inteligente sente um pinguinho de curiosidade nesse tipo de coisa. Comunicação entre planos, interplanetária e, dizem alguns entendidos, intertemporal. Pois nesse post, o leitor aprenderá "o início dos tempos" da radiodifusão.

Pois é, meu amigo... a Física simplesmente ainda não explica isso por inteiro. Por que? Porque não, ué. Ainda não conseguiram estudar o suficiente para tirar conclusões concretas. Não se sabe muito além de que uma onda de rádio é uma onda eletromagnética propagada por uma antena.

As ondas de rádio têm diferentes freqüências e, ao sintonizar um receptor de rádio em uma freqüência específica, é possível captar um sinal. Está feita a fuzarca!

Ao colar o ouvido no rádio, durante a transmissão de um jogo que só assiste quem paga Pay-Per-View, o locutor anuncia: "você está ouvindo a 97.5 FM WYX Rock 'n Roll". E é aqui que ele explica a radiodifusão! São os sinais, só não os vê quem não quer!

Magnífico! Isso quer dizer que você está ouvindo uma estação de rádio transmitida por um sinal FM na freqüência de 97.5 MegaHertz, com as letras WYX atribuídas pela FCC (no nosso caso, a ANATEL). MegaHertz significa "milhões de ciclos por segundo" (unidade de medida de freqüência). Então "97.5 MegaHertz" significa que o transmissor da estação de rádio oscila numa freqüência de 97.500.000 ciclos por segundo!

Sua rádio FM (frequência modulada) pode sintonizar esta frequência específica e receber o sinal de uma estação. Todos as estações FM transmitem em uma banda de frequência entre 88 e 108 MegaHertz. Esta banda do espectro eletromagnético é utilizada somente para transmissão de rádio FM.

Já a rádio AM é confinada em uma banda que vai de 535 a 1.700 KiloHertz (Kilo significa "milhares", então seriam 535 mil até 1.700.000 ciclos por segundo). Se o locutor de uma rádio AM (amplitude modulada) diz: "esta é a AM 680 WPTF", quer dizer que é uma estação de rádio transmitindo sinal AM em 680 KiloHertz e com as letras WPTF atribuídas pela FCC!

Barbadinha, huh?

BACK TO START

Olá!

Primeiramente, gostaria de fazer uma pergunta: Por que o primeiro passo é sempre mais difícil?

Em meio a impostos e regras impostas por desregrados, acabamos sendo sufocados pelo produto que resulta das nossas próprias atitudes. Falando especificamente de política partidária, por quantas vezes já ficamos indignados com a situação cada vez mais mortificada da nossa gloriosa Pátria? E só neste ano? E só neste mês? E SÓ HOJE?

"Talvez, nós nunca sejamos chamados a defender a nossa Pátria num campo de batalha. Porém, cada dia apresenta novas oportunidades para nos firmarmos como bons e corretos cidadãos, a serviço da nossa querida bandeira e de nossa reverenciada Pátria."

P.S.: é por isso que, a cada dia mais, eu defendo a política separatista riograndense.